A demência é um termo geral para condições em que há perda progressiva das funções cognitivas, como memória, raciocínio, linguagem, e que vão além do que seria esperado apenas pelo envelhecimento.
Nem todas as demências são iguais: existem diferentes tipos, cada um com características distintas, causas diferentes e implicações variadas para o cuidado. Entre os mais conhecidos estão a Doença de Alzheimer e a Demência Vascular.
O exame de ressonância magnética, é uma ferramenta central nessa jornada de avaliação porque permite visualizar as alterações no cérebro que podem acompanhar ou preceder os sintomas.
Ele não substitui o diagnóstico, mas complementa, oferecendo “mapas” funcionais que ajudam os médicos a entenderem o que está ocorrendo no cérebro, e a traçar um acompanhamento mais preciso.
Principais tipos de demência — o que você precisa saber
Nem todas as demências são iguais. Cada tipo tem características específicas, causas diferentes e implicações distintas para o cuidado.
Doença de Alzheimer
A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência. Ela é caracterizada pela deterioração progressiva de funções como memória, linguagem e orientação espacial.
A doença não tem cura, no entanto existe tratamento. No Brasil, cerca de 1,2 milhão de pessoas vivem com Alzheimer. A causa ainda não é completamente compreendida, mas envolve acúmulo de proteínas tóxicas no cérebro, morte de neurônios e alterações diversas em regiões como o hipocampo e o córtex cerebral.
Do ponto de vista de imagem, a ressonância magnética pode mostrar atrofia de regiões responsáveis pela memória e raciocínio, contribuindo para o diagnóstico ou para avaliar a progressão da doença.
Demência Vascular
Enquanto o Alzheimer costuma progredir de forma mais lenta, a demência vascular pode ter evolução “em degraus”, piora após eventos vasculares, seguida por estabilização ou nova piora.
Ela surge de problemas no fluxo sanguíneo cerebral, que é quando os vasos cerebrais ficam bloqueados de levar oxigênio e outros nutrientes para certas áreas do tecido cerebral.
Fatores de risco estão relacionados à hipertensão, diabetes, tabagismo, doenças cardiovasculares e a idade. Na ressonância magnética, esse tipo de demência pode revelar lesões vasculares, áreas de infarto cerebral ou atrofia secundária às lesões vasculares.
Como a ressonância magnética ajuda
A ressonância magnética está entre os exames mais completos da medicina moderna. É um exame não invasivo e indolor. Além disso, ela revela alterações estruturais e funcionais do cérebro, ajudando médicos a identificar sinais precoces de demência.
Um dos papéis da ressonância é auxiliar no diagnóstico diferencial, ou seja, ajudar a distinguir entre os diferentes tipos de demência, já que cada uma apresenta padrões específicos de alterações cerebrais.
O que o exame mostra e quais são os benefícios?
- Redução de volumes de áreas cerebrais relacionadas à memória e ao raciocínio.
- Detecção de alterações que possam mimetizar o quadro demencial.
- Monitora a evolução da doença.
Esses dados auxiliam na confirmação do diagnóstico e acompanhamento do paciente.
O papel da Blume Diagnósticos
Na Blume Diagnósticos, a tecnologia se alia à precisão clínica. Contamos com equipamentos de última geração, protocolos especializados para avaliação neurológica e uma equipe médica experiente, garantindo exames detalhados.
Nosso objetivo é proporcionar uma jornada de cuidado coordenado — onde cada exame é uma etapa de entendimento e acompanhamento da saúde cerebral.
Se você ou um familiar está em investigação de sintomas como perda de memória, lentidão de raciocínio ou mudanças de comportamento, fale com a Blume.
É importante buscar avaliação médica quando esses sinais começam a interferir nas atividades do dia a dia, como esquecer compromissos, dificuldade para encontrar palavras comuns ou desorientação em lugares familiares. Por isso, agende seu exame de ressonância magnética.